Texto por Colaborador: Redação 24/02/2026 - 01:00

Após uma temporada 2025 marcada pelo sufoco do rebaixamento evitado na última rodada, o Internacional apostou em uma reformulação ampla para 2026. André Mazzuco, José Olavo Bisol e D'Alessandro deixaram o Beira-Rio, e nomes ligados à história do clube foram chamados para reconstruir o departamento de futebol.

Fabinho Soldado, campeão da Libertadores de 2006 como jogador, assumiu o cargo de diretor executivo. Abel Braga, recém-aposentado após ser peça-chave na missão de manter o Inter na Série A, tornou-se diretor esportivo. Élio Carravetta, por sua vez, permaneceu no clube como auxiliar do diretor esportivo — a coordenação da preparação física ficou com Diego Pereira. A escolha do técnico Paulo Pezzolano também passou pelo aval de todos esses profissionais, que aprovaram o estilo ofensivo e de alta intensidade do uruguaio.

Em meio à movimentação nos bastidores, Carravetta usou o Instagram para prestar uma homenagem pública a Fabinho Soldado. No texto, ele relembrou a relação dos dois ainda nos tempos em que orientava o atleta nos treinos de retreinamento físico e celebrou a inversão de papéis no presente.

"Fabinho Soldado lembro bem de 2006 (Campeão do Mundo), nos treinos intensos e no compromisso com a performance enquanto eu o orientava no retreinamento. Agora, em 2026, a vida me dá a oportunidade de ser liderado por ele. É um orgulho ver onde a dedicação o levou e uma satisfação ainda maior poder, agora, aprender com a visão e a liderança dele. O esporte nos ensina que o respeito e a parceria são os maiores legados que podemos construir", escreveu Carravetta.

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