Texto por Colaborador: Redação 28/02/2026 - 02:20

A bola da final do Gauchão Superbet 2026 ainda não rolou na Arena, mas o Gre-Nal já teve início. Nesta sexta-feira (27), a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) promoveu o evento Pré-Jogo da decisão em seu auditório, reunindo os técnicos Luís Castro e Paulo Pezzolano e os capitães Arthur e Alan Patrick. O encontro foi transmitido ao vivo pelo YouTube de GZH e marcado pela cordialidade, respeito mútuo e ideias modernas sobre futebol.

A apresentação ficou a cargo da jornalista Alice Bastos Neves, com a mediação de Cesar Cidade Dias e Nani Chemello, trio do Grupo RBS, detentor dos direitos de transmissão do Estadual. A diretoria da FGF brindou os participantes e a imprensa com camisas em homenagem à Seleção Gaúcha de 1972.

Ao longo de pouco mais de uma hora, os quatro representantes da dupla debateram temas como favoritismo, liderança, postura tática, paixão pelo futebol e rotina da profissão. Logo de cara, o peso do clássico num estado de rivalidade tão intensa entrou em cena. "Quando se fala de Gre-Nal, não é só um jogo. Até no par ou ímpar é diferente. A gente sabe o quanto é importante para os gaúchos o clássico", disparou Arthur, o volante gremista. Alan Patrick, meia do Inter, reforçou: "O povo gaúcho é apaixonado por futebol. A gente sabe da importância do clássico. A rivalidade é muito aflorada no Rio Grande do Sul."

O resultado da primeira fase também entrou em pauta. O Inter venceu aquele Gre-Nal por 4 a 2, e Luís Castro não escondeu o peso da derrota: "A derrota nos marcou negativamente, claro. Mas o futebol é um mundo de oportunidades. A cada jogo é uma nova oportunidade. E agora temos essa chance de novo." Pezzolano tratou o assunto com frieza: "Claro que ficamos felizes pela vitória, desfrutamos ela na ocasião, mas depois que passou focamos no próximo jogo."

Sobre o favoritismo — tema que já pautava a semana —, os dois técnicos preferiram a leveza ao debate. Pezzolano brincou com a situação, lembrando que já havia declarado recentemente que o Grêmio era favorito pelo poder de investimento nas contratações. Castro foi direto: "O favoritismo é para apostas. Para nós, técnicos e jogadores, isso não importa. Temos vários exemplos de vitórias de times que não são favoritos sobre equipes favoritas. Então, sinceramente, não dou importância para isso."

A imprensa também teve espaço para perguntas, e o tom respeitoso prevaleceu até o encerramento. Agora, o clássico migra para o seu palco natural. No domingo (1º), a partida de ida da final acontece às 18h, na Arena do Grêmio. O jogo de volta será no dia 8 de março, no Beira-Rio, também às 18h. A taça espera pelo campeão.

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