Texto por Colaborador: Redação 18/06/2022 - 23:55

Em entrevista à Rádio Guaíba neste sábado, ao programa "Guaíba FC", Bolívar, ex-zagueiro e eterno ídolo colorado, avaliou o momento do ex-clube, o panorâma do futebol brasileiro e o duelo deste domingo entre seus ex-clubes, Inter e Botafogo. Confira os principais trechos:

Momento colorado: "Um grande trabalho do Mano. O Inter arriscou no inicio do ano com o Medina. O Mano eu conheço muito bem, trabalhei com ele no Guarani de Venâncio Aires... O Mano conseguiu estancar a defesa do Inter, que vinha sendo um problema. E foi dando a sua cara ao restante do time. Encaixou muito bem a equipe (...) O Inter hoje tem um sistema defensivo sólido. O Renê e o Bustos são muito seguros. Difícil ver os adversários se impor nestes atletas e nos zagueiros também."

"O Alan Patrick e o De Pena são fundamentais no esquema do Mano. O De Pena consegue fazer bem o motorzinho, tanto na defesa quanto no ataque... Temos que exaltar todos os setores, afinal o Inter está muito equilibrado."

Duelo entre Inter x Botafogo: "Duas camisas pesadas, camisas que defendi com muito orgulho. O Inter muito marcante pelas conquistas e o Botafogo por ter vencido o Carioca."

"O Botafogo oscilou muito nas últimas rodadas. A gente sabe que não vai ser protagonista nesta temporada. Mas a longo prazo os investimentos vão reder frutos. Inter x Botafogo tem tudo p ser um grande jogo. Botafogo tentando se reabilitar no campeonato e o Inter buscando se firmar na parte de cima."

Bicho papão no Brasileiro: "O Palmeiras é uma das melhores equipes da América do Sul. O Palmeiras está a frente por ter esse trabalho a longo prazo com o Abel e o time se conhece a tempos. Inclusive comparo o Palmeiras hoje com o Inter daquela minha época. É difícil o Palmeiras perder atletas nas janelas e isso vai criando um bom time e competitivo. A gente vê Flamengo e Atlético oscilando... Se o Inter mantiver esse ritmo pode sim brigar por Brasileirão e Sul Americana."

Time de 2010:  "Esse time de 2010 ficou marcado por ser muito competitiva. Era um time que vendia muito caro as derrotas. Um time muito forte, que enfrentava qualquer adversário de igual para igual.  Era um time muito equilibrado dentro de campo e que gerava muita dificuldade para os adversários furarem nosso sistema defensivo. Aquele time tinha jogadores surgindo, jogadores que estavam numa temporada muito boa... Taison e Sandro surgindo muito bem e o D'alessandro foi Rei da América."

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