Jota Finkler / InterHoje não teremos pré-jogo para Palmeiras x Inter, nem retrospecto e muito menos Raio X, tradicionais espaços para avaliar os embates do Internacional. Após mais uma temporada lamentável com pequenos lapsos de esperança, o 2023 desastroso pode virar uma completa porcaria se o rival, que surpreendentemente surgiu como possível candidato no Brasileiro, vencer o torneio. Para que isso não ocorra, estão no horizonte alvirrubro três possíveis inimigos deles: Palmeiras, Bragantino e, quiçá, o patético Botafogo.
Aos que não viveram 2005, o SCI havia acabado de ser roubado como jamais visto na história de um campeonato nacional: do nada um time é comprado por um mafioso inglês/iraniano, monta um seleção de estrelas, precisa da ajuda da arbitragem no confronto direto e, para piorar ainda mais o quadro, ganhou a chance de ter repetido os jogos que havia perdido. Com tamanha injustiça, o lado azul tripudiou e riu da nossa cara, aproveitando da situação. Quatro anos depois, o Clube do Povo entrava em campo para um jogo de cartas marcadas, com os tricolores levando um time sub-20 para o Maracanã. Em 2020, o mesmo Renato Carioca faria seu time descansar no segundo tempo, perdendo para o Rubro-Negro no Arena de maneira nítida e clara, confirmado a frase em coletivas anteriores de que "jamais ajudaria o Inter", enquanto saia aos risos com os flamenguistas.
Esse é o cenário que se avizinha para o Colorado neste fim de ano. O de fazer de TUDO para não ajudar nem um milímetro, se possível atrapalhar um pouco, para que os eternos rivais do Humaitá não consigam ameaçar e igualar o eterno tri-campeonato do Internacional. Tal cenário seria desastroso para um Beira-Rio que não vence há anos, já que perderia recursos direto com a menor auto-estima de sua torcida, o tamanho de crescimento da mesma nas camadas jovens, entre outros interesses diretos.
Assim, essa é a única nota deste sábado: que uma direção - que perdeu TUDO em três anos - não consiga mais um feito patético como ajudar o Grêmio em uma possível conquista. Que repitam a mesma sonolência visto contra o Flu, no meio da semana, e passem mais um joguinho sem pontos. Para isso teremos o Cuiabá e Corinthians.
Não, não estamos falando para entrar para perder, mas para fazer como nem vimos em anos anteriores, o de jogarem um tempo bastante aguerrido e, no finzinho, abre-se a porteira, com direito a sorrisos e gracejos. Na foto acima está uma boa base de time para levar a São Paulo.
NÃO MANCHEM NOSSA HISTÓRIA.
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