Texto por Colaborador: A. Rother 31/05/2026 - 14:55

Logo após a coletiva de Paulo Pezzolano, o diretor executivo Fabinho Soldado também enfrentou a imprensa para falar sobre o momento do Inter. Sem fugir das responsabilidades, o dirigente foi direto e assumiu as limitações do clube, mas bancou a continuidade do trabalho do treinador.

"Não estamos aqui para dar desculpas e sim para ser sincero. Ninguém aqui vai fugir das responsabilidades e vamos seguir aqui com muito compromisso. Existe um trabalho que está sendo feito e precisa continuar. Não se consegue uma reconstrução da noite para o dia. Claro que não estamos satisfeitos. Nossa briga é outra", afirmou o dirigente.

Fabinho também contextualizou a realidade financeira do clube em relação aos concorrentes. "A equipe estava encontrando um caminho de jogar. O Paulo está fazendo o melhor dele e é preciso continuar. Nossa realidade é outra. Se olhar para orçamento e janela, vamos ver que temos que ser assertivos. A relação de orçamento e de folha está aquém de outras equipes. Não estou aqui para dar desculpas, mas existe uma diferença enorme. Temos algumas limitações", completou.

Em relação a reforços, comentou: “A realidade do Inter não é identificar carências e escolher jogadores no mercado. Precisamos ser criativos no mercado e trazer jogadores que queiram jogar no Inter... Temos ciência que precisamos de reforços e sabemos as posições que enfrentamos carências. Estamos com algumas conversas em andamento (por reforços). Nosso time não vai parar durante essa pausa”

O diretor garantiu que seguirá trabalhando durante o período de pausa para a Copa do Mundo, enquanto o restante do departamento entra em férias. E encerrou a entrevista da mesma forma como a começou — com sinceridade: "Não dá para fazer milagre."

O que dizer então das campanhas de Athletico-PR, Coritiba, Bragantino ou Vitória? Todos fazem milagres, menos o Internacional....

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