Texto por Colaborador: A. Rother 01/10/2026 - 11:21

Segundo inormações do ge, o Inter terá de revisar a situação de seus jogadores estrangeiros para 2027, já que a CBF reduziu de nove para oito o limite de atletas relacionados por partida. O clube, que hoje conta com nove estrangeiros no elenco, precisará tomar decisões importantes em meio a dificuldades financeiras, transfer bans da FIFA e a ameaça de rebaixamento no Brasileirão.

Entre os casos mais relevantes está o de Rochet, que tem contrato até o fim de 2026 e cláusula de renovação automática caso participasse de 60% dos jogos no ano. A cirurgia de hérnia de disco o afastou por meses e inviabilizou a meta, o que deve levar a uma conversa com a nova diretoria ao fim da temporada. Outro ponto delicado é o de Villagra, emprestado pelo CSKA até 2026, com cláusula de compra obrigatória se alcançar 2.800 minutos em campo. O argentino soma 2.173 minutos e ainda pode atingir a marca nas últimas rodadas, mas a crise financeira e a indefinição sobre a divisão em 2027 pesam contra.

Já Gabriel Mercado, de 39 anos, tem contrato até o fim de 2026 e pode optar pela aposentadoria. Félix Torres, também emprestado até 2026, depende de novo acordo ou compra definitiva junto ao Corinthians para seguir no Beira-Rio. Em contrapartida, nomes como Maripán, Bernabei e Aguirre têm vínculo até 2028, enquanto Carbonero e Sanabria foram adquiridos em definitivo e permanecem até 2029.

O cenário exige decisões rápidas e estratégicas, já que o Inter soma R$ 117 milhões em débitos de transferências, está sob risco de novos transfer bans e ainda vive a incerteza sobre disputar a Série A ou a Série B em 2027. A clareza sobre o futuro dos estrangeiros será fundamental para o planejamento do clube na próxima temporada.

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