Texto por Colaborador: Redação 20/11/2023 - 05:01

Em entrevista à Revista Placar, o atacante formado no Celeiro de Ases, Sasha, falou de sua passagem pelo Beira-Rio e das provocações que fez ao Grêmio como a “dança de valsa” em 2016 e também da tabela do Brasileiro neste momento, quando no próximo fim de semana retorna ao Rio Grande do Sul para encarar os comandados de Eduardo Coudet. Confira os principais trechos:

Você chegou ao Inter com apenas 9 anos e tem uma história muito bonita no Colorado. Como é enfrentar o time do coração?: “É o clube que me revelou, passei minha adolescência toda lá dentro. Tenho um carinho muito grande pelo Inter e claro que é um sentimento diferente, mas são coisas do futebol. Passei meus momentos lá, bons e ruins, caí para a Série B e fiz questão de seguir para ajudar no retorno. Tudo o que eu tenho eu devo ao Inter”

Tem um momento que o torcedor gaúcho não esquece, a valsa de debutante dançada em referência aos 15 anos sem títulos nacionais do Grêmio. O que levou a fazer aquela provocação? Eu vivi aquela rivalidade desde os 9 anos. Foi uma ocasião diferente, por estar jogando no clube em que sempre quis jogar, ter vivenciado todas essas fases e saber o significado daquela rivalidade. Foi algo natural, de um menino que saiu da base e cumpriu o sonho de chegar ao profissional, mas já passou.

Considera o Gre-nal a maior rivalidade do Brasil? Sem dúvida, só quem jogou sabe como é. Já joguei clássicos em Minas e aqui em São Paulo, mas no Sul é diferente.

Aos 31 anos, você já começa a vislumbrar o fim de carreira? Meu plano é jogar até os 35, mas o futebol é muito dinâmico, podem acontecer lesões. Estou bem tranquilo, e depois que parar não tenho nada esclarecido, não sei se seguirei no futebol ou não.

Ainda dá para sonhar com o título brasileiro? O campeonato é muito equilibrado. Muitas pessoas acham que o jogo vai ser fácil, que a vitória está garantida, e acaba acontecendo um resultado que não é o esperado. Claro que estamos felizes, o time está bem, confiante, mas estamos com os pés no chão, caminhando passo a passo, o que foi a nossa meta desde o início. Claro que existe a expectativa, mas já estamos confiantes e felizes com o trabalho realizado.

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