Twitter @americadecaliO América de Cali, adversário do Inter no Grupo E da Libertadores, suspendeu os contratos de sua comissão técnica, devido a grave crise econômia imposta pelo Covid-19. Neste domingo (31), o técnico Alexandre Guimarães, que é brasileiro mas mora na Costa Rica, concedeu entrevista à Rádio Gaúcha e comentou a situação, via GaúchaZH.
"Com as fronteiras fechadas, não podemos voltar à Colômbia neste momento. Então, o clube está tendo que tomar algumas decisões que podem fazer com que nós não tenhamos continuidade. Eu ainda sou o técnico porque, apesar de eles nos mandarem uma carta de suspensão de contrato no dia 14 de maio, nosso contrato termina agora em 14 de junho. Até lá, se não acontecer nenhuma mudança nas negociações entre meu representante e o presidente do clube, é muito provável que depois desta data eu já não sou mais o técnico do América. Então, neste momento, somos, mas não somos. É um pouco estranho (...) Nós estávamos vendo com bastante otimismo porque, apesar de perdermos em casa para o Grêmio (na estreia), fizemos muito boa partida. Conversamos com os atletas sobre o que era jogar uma Libertadores e enfrentar times com uma qualidade diferente. Isso fez com que nós fizéssemos um jogo muito bom e ganhássemos no Chile, o que nos deixou bem posicionados, ainda mais com o empate no Gre-Nal. E nós iríamos jogar contra o Inter em Porto Alegre, depois das expulsões dos jogadores do Inter, e estávamos todos empolgados, mesmo sabendo que é dificílimo ganhar lá dentro. Agora mudou tudo. É começar tudo de novo (...) Então, vamos esperar. Se não puder continuar, a vida segue e vamos ver o que vem adiante", disse o treinador.
Tulio Gómez, acionista máximo da equipe colombiana, disse ao El País que, neste momento, "não é possível sustentar Guimarães e o restante da equipe técnica devido aos custos e perdas que tivemos devido à pandemia de coronavírus. Então o contrato dele foi suspenso".
Gómez apresentou uma visão crítica da instituição, que inclui até a saída de importantes jogadores da equipe. "A receita da equipe caiu 87%, estamos perdendo 2500 milhões de pesos por mês, haverá 25% de desemprego, a situação é muito crítica. No final do ano, se não houver futebol, teremos perdido 25.000 milhões de pesos. E a situação é complexa não apenas para o América, todas as equipes estão sofrendo, Cali, Milionários, Nacional, todos", finalizou.
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