Texto por Colaborador: Redação 15/09/2022 - 03:33

O jornalista Fabricio Falkowski conversou com o diretor executivo do Inter, William Thomas, e publicou diversos trechos da entrevista publicada na quarta-feira (14) no Correio do Povo. Confira abaixo os principais trechos: 

SOBRE RESULTADOS

"A gente trabalha para ter resultado esportivo, mas há um caminho que precisa ser percorrido para que esses resultados sejam perenes e não resultados do acaso. Ou seja, é preciso ter plano e tempo. Até o Flamengo precisou disso.

Ou seja, é possível ganhar um jogo ou até, eventualmente, uma competição no curto espaço de tempo. Mas é perene? É sustentável? Não!."

REESTRUTURAÇÃO

"O clube vive um processo de reestruturação e de mais investimento no staff, nos equipamentos e na estrutura. Sou parte disso.

É um processo que busca alcançar um ciclo virtuoso. Quando se conquista o resultado esportivo, as receitas aumentam, os jogadores se valorizam e o processo anda."

PERFIL DE REFORÇOS

"O fundamental é encontrar profissionais que queiram estar no Inter e que não vão economizar uma gota de suor ou de sangue para contribuir com o time. Vontade de estar aqui e de participar desta etapa que o clube vive é uma condição inegociável."

JEJUM DE TÍTULOS

"É claro que quando um clube grande não conquista títulos há tanto tempo, surge uma ansiedade, o que não é bom. Mas a gente trabalha para que o torcedor se sinta representado dentro do campo."

OTIMISMO

"Estamos despendendo muita energia e competência para tomar as melhores decisões no dia a dia. É um otimismo com responsabilidade. Estamos evoluindo, se aproximando dos títulos que são, no final das contas, o grande objetivo".

IDENTIFICAÇÃO COM A TORCIDA

"Queremos que ela veja que todos nós, os profissionais do clube, estamos indo até o limite para defender a instituição. Acho que isso já está acontecendo."

GRUPO

"A reformulação está em curso. Mais de 20 jogadores já saíram. Outros foram contratados, mas a gente não controla o mercado. Não sabemos quando vai vir uma proposta para um jogador. E todos têm contrato em vigor."

MANO E AUTUORI

"O Mano está em um estágio de carreira de muita sabedoria e, principalmente, ele quis estar aqui. Isso é um diferencial. Clube grande, uma hora, volta a ganhar. O Mano, assim como todos que estão aqui, quer participar disso no Inter.

"É uma função nova, que existe no Brasil há pouco tempo. (...) Ele é um coordenador, que cria uma relação entre todas as áreas técnicas, buscando o aperfeiçoamento de todas elas em prol do coletivo e também da melhora individual de cada jogador."

GREVE

"O importante é que desde aquele momento, ganhamos uma coesão maior, dos atletas entre eles, dos atletas com a comissão técnica e com a direção. Os resultados são muito por causa do ambiente. Tiramos as lições do episódio, que não foi bom para ninguém. É um assunto superado."