Texto por Colaborador: A. Rother 21/05/2026 - 04:00

O Inter não terá representantes na Seleção Brasileira, mas pode lucrar bem com o Mundial de 2026. O clube tem quatro jogadores estrangeiros nas pré-listas de suas seleções e, se todos forem confirmados, receberá ao menos R$ 4,8 milhões da Fifa pelo Programa de Benefícios aos Clubes — criado justamente para compensar equipes que cedem atletas ao torneio.

Os nomes são Sérgio Rochet, pelo Uruguai; Rafael Borré e Carbonero, pela Colômbia; e Félix Torres, pelo Equador.

O mecanismo funciona com base em pagamento diário por jogador liberado à seleção durante a competição. Para a edição de 2026, o valor estimado é de cerca de US$ 11 mil por dia. Mesmo em caso de eliminação na fase de grupos, cada convocado rende aproximadamente US$ 250 mil ao clube — mais de R$ 1,2 milhão por atleta. Quanto mais longe a seleção avançar, maior o retorno ao Inter.

A Fifa distribuirá mais de US$ 355 milhões — cerca de R$ 1,8 bilhão — entre os clubes do programa. O R$ 4,8 milhões estimado é o cenário mais conservador para o Colorado. Se Uruguai, Colômbia e Equador chegarem às fases finais, a cifra pode crescer consideravelmente.

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