Texto por Colaborador: A. Rother 31/07/2026 - 14:00

Segundo informações do jornalista Jocimar Farina, em sua coluna no GZH, o Inter conseguiu um respiro importante na Justiça gaúcha em relação à cobrança de uma dívida de R$ 700 mil feita pelo empresário Pablo Lecler Fluxa, referente ao trabalho na contratação de Carlos Palácios em 2021.

A decisão da 18ª Vara Cível de Porto Alegre, assinada pela juíza Geovanna Rosa, determinou a suspensão por um ano do processo, entendendo que cabe à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF decidir se a dívida ainda é válida. O Inter terá esse prazo para comprovar que já iniciou o processo na CNRD e que a questão está em análise. Caso não consiga comprovar, a execução da dívida seguirá no Judiciário.

O clube argumenta que o valor cobrado está incorreto, que não houve cálculo detalhado e que as faturas não foram emitidas, o que inviabilizaria a cobrança. Já o empresário garante que a dívida não prescreveu e que os cálculos apresentados estão corretos.

Em março, o Inter havia indicado o Parque Gigante, incluindo o centro de treinamentos, como garantia na ação, mas o juiz Rodrigo de Souza Allem rejeitou, alegando que os imóveis já possuem diversas dívidas registradas. Antes disso, o clube tentou oferecer como garantia uma máquina de iluminação do gramado do Beira-Rio, avaliada em cerca de R$ 1 milhão, mas também não foi aceita pela Justiça.

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