Ricardo Duarte / Internacional Enfrentando o então lanterna da competição - ainda que com dois jogos a menos - o Inter foi ao Serrinha com uma escalação mista tendo quatro titulares (Lomba, Cuesta, Edenilson, Moises) e algumas surpresas como Pedro Henrique na zaga. Ainda assim, se não bastasse um Goiás em crise, Chacho & Cia atuaram contra 10 durante os 90 minutos, após Jefferson ser expulso por entrada desleal sobre Marcos Guilherme, que saiu lesionado, dando a entender que a tarde poderia ser "positiva" aos colorados. Essa ideia morreu, no entanto, assim que a bola começou a rolar, com uma atuação desprovida de qualquer qualidade pelo lado gaúcho. Se em 2019 o SCI somou zero pontos contra o time alviverde, 2020 começou no mesmo ritmo. Mantendo a sina de perder para os times considerados "mortos", o Clube do Povo fez um PAPELÃO daqueles de tirar do sério até o mais otimista dos torcedores, que presenciaram uma derrota por 1 a 0, justa, sem futebol algum, confusa, um show de horrores. A realidade é, mais uma vez, exposta: não há condições desse plantel sonhar com o Brasileiro. Mesmo com a derrota, o Inter segue na liderança, com 20 pontos.
Agora, o Internacional retorna à Libertadores, quando recebe o América de Cali (16), quarta-feira, às 19h15. Pelo Brasileiro, o próximo confronto também é fora de casa, contra o Fortaleza, pela 11° rodada, no sábado (19), às 19h.
Jogando contra 10 frente o atual lantera da Série A, o Inter apresentou 45 minutos simplesmente ridículos. Com uma apatia liderada por Praxedes (que não fez absolutamente nada) e um Cuesta cada vez mais inseguro, o time vermelho se resumiu a tocar para o lado sem conseguir infiltrar ou obter alguma jogada individual enquanto o Goiás se via cômodo para explorar os contra-ataques, encontrando uma defesa completamente exposta. Assim saiu o gol do Esmeraldino, com a defesa falhando em todos os quesitos: ninguém rebate a bola, Praxedes dorme e Lomba deixa escapar. Um desastre!
No segundo tempo o Inter até criou, mas sem nenhuma organização. Com meio de campo inexistente, quem armava as jogadas eram Musto e os zagueiros, sem nenhuma qualidade ou capacidade de infiltração, e isso facilitou o esquema adversário, que simplesmente rebatia e enfrentava uma defesa exposta e desorganizada. O Inter apanhou durante 90 minutos e jogou abaixo do até então lanterna e em crise na competição. Não há adjetivos para classificar essa RIDÍCULA apresentação.
DESTAQUE POSITIVO: NADA!!!!!
FICOU DEVENDO: CUESTA, PRAXEDES, MUSTO.
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