Ricardo Duarte/InternacionalO GE.com apresentou o potencial que cada time para a rodada 17° do Brasileirão comparando o desempenho nos últimos 60 dias como mandante ou visitante em todas as competições e também nos últimos seis jogos independentemente do mando. Também são consideradas as performances defensiva e ofensiva das equipes no jogo aéreo e no rasteiro. Em parceria com o economista Bruno Imaizumi, são analisados 76.386 finalizações cadastradas pelo Espião Estatístico em 3.135 jogos de Brasileirões desde 2013 que servem de parâmetro para a produtividade atual de cada equipe.
FAVORITISMO: INTER 50% x 23% VASCO

O Internacional é o quarto mandante que menos permitiu finalizações de visitantes, com média 7,9 por jogo, com a 12ª resistência, um gol sofrido a cada 11,0. No ataque, o Vasco é o sexto visitante que mais finaliza, com média 11,7 por partida, e média de um gol por jogo, o que no seu caso corresponde à oitava eficiência forasteira.
O Vasco é o segundo visitante que menos permite finalizações de adversários, com média 10 sofridas por partida, mas está com a segunda menor resistência defensiva, um gol sofrido a cada 6,7 conclusões contrárias. A equipe gaúcha é a segunda mandante que mais finaliza, com média de 16,3 finalizações por partida, mas com a sexta pior eficiência caseira, um gol a cada 12,7 tentativas.
Historicamente, o Internacional foi dominante quando recebeu o Vasco pela Série A. Em 13 jogos a partir de 2006, foram oito vitórias do Internacional, um empate e quatro vitórias do Vasco, sendo duas nos últimos quatro jogos, inclusive no ano passado.
Desta vez, o Internacional está com ao sétimo desempenho caseiro (4 V, 1 E, 2 D, 62%), com o nono ataque caseiro (nove gols, média 1,29) e com a quinta melhor defesa (cinco gols sofridos, 0,71). O Vasco está com a quinta pior campanha visitante (1 V, 0 E, 5 D, 17%), o sexto melhor ataque forasteiro (seis gols, média 1,83) e a quarta pior defesa (11 gols sofridos, 1,83).
Os dois times têm no Brasileirão mais gols marcados a partir de jogadas aéreas, o Internacional com 8 de 14, e o Vasco com 9 de 15. Porém, estão em uma fase mais rasteira, com o Internacional tendo levantado a bola para fazer só dois dos últimos seis gols, e o Vasco com só dois dos últimos oito gols em jogadas, desde que Fernando Diniz assumiu o Vasco. O time passou a ser mais efetivo trocando passes rasteiros, claramente. O que não mudou é que o Vasco segue sofrendo predominantemente gols a partir de jogadas aéreas, com 13 de 19 gols em jogadas, oito dos últimos dez. O Internacional sofreu 10 dos 18 gols em jogadas com trocas de passes rasteiros.
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