Créditos: Lucas Figueiredo/CBFCrise, recessão, salários atrasados, empréstimos bancários... quase todas as notícias ligadas aos clubes brasileiros nos últimos dias são acompanhadas de palavras como estas. Tudo por causa da paralisação dos campeonatos em razão da pandemia de coronavírus. Mas quanto seu clube pode deixar de faturar no pior dos cenários, sem bola rolando por um período de três meses? O Blog fez essa pergunta a presidentes e diretores dos 20 clubes da Série A.
Catorze deles responderam, conforme você confere abaixo, dois afirmaram não serem capazes de calcular (Athletico Paranaense e Fluminense) e outros quatro ainda não se pronunciaram (Atlético-MG, Flamengo, Palmeiras e Goiás). Confira.
Veja a estimativa de quanto clube deixa de faturar em uma paralisação de três meses:
São Paulo: R$ 100 milhões
Santos: R$ 100 milhões
Inter: R$ 100 milhões
Grêmio: R$ 84 milhões
Corinthians: R$ 70 milhões
Botafogo: R$ 68 milhões
Bahia: R$ 60 milhões
Vasco: R$ 40 milhões
Ceará: R$ 18 milhões
Coritiba: R$ 15 milhões
Fortaleza: R$ 12 milhões
Atlético-GO: R$ 10 milhões
Sport: R$ 7,5 milhões
Red Bull Bragantino: R$ 1 milhão
Red Bull Bragantino: R$ 1 milhão
Com baixo faturamento de bilheteria e sócio-torcedor, o caçula na Série A será o menos afetado. Até porque conta com o respaldo da gigante Red Bull. Detalhe: o clube ainda não tem acerto com Globo ou Turner pelos direitos de transmissão do Brasileirão.
Sport: R$ 7,5 milhões
O cálculo do Sport é de uma perda de R$ 2,5 milhões por mês de receita, entre patrocínios, rendas com bilheteria e sócios-torcedores, além das cotas de televisão do estadual e do Brasileiro.
Atlético-GO: R$ 10 milhões
Outro recém-promovido à elite, o Atlético terá problemas. Somente com patrocínios, são R$ 600 mil a menos por mês - todos os patrocínios estão suspensos. Há ainda perdas com bilheteria, TV, premiações e paralisação do clube.
Fortaleza: R$ 12 milhões
De acordo com o presidente Marcelo Paz, o Fortaleza deixará de faturar cerca de R$ 4 milhões por mês, valor que inclui parcelas do Brasileiro ligadas à Turner, cota do estadual da Globo, além de bilheteria, sócio-torcedor, venda de produtos...
Coritiba: R$ 15 milhões
Até maio, ou seja, durante os dois primeiros meses de paralisação, o Coxa estima uma perda de R$ 10 milhões em receitas. Se houver mais um mês sem bola rolando, o valor sobe para R$ 15 milhões, devido à bilheteria, sócio-torcedor, TV (Globo, Turner e Dazn), além de patrocínios.
Ceará: R$ 18 milhões
Segundo o presidente Robinson de Castro, o Vovô perderá até R$ 6 milhões por mês de receita com TV, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e premiação. “E não há exagero aqui. Sei que vai ter muita gente colocando seus problemas na conta do Coronavírus. Eu sou bem realista”, afirma.
Vasco: R$ 40 milhões
Um dos clubes com maior dificuldade financeira, o Vasco calcula uma perda de até R$ 40 milhões em receita. O impacto tem a ver com o sócio-torcedor, que chegou a registrar 181 mil participantes no fim de fevereiro, além de bilheteria, patrocínios e outras operações. Também existe receito de impacto no mercado europeu, que inviabilizaria a venda de Talles Magno em julho. E o clube precisa desse dinheiro.
Bahia: R$ 60 milhões
Nas contas do presidente Guilherme Bellintani, o Bahia pode perder 33% da sua receita prevista para o ano por causa do Coronavírus. É que além de todas as baixas comuns aos outros clubes, o Tricolor corre o risco de ver a venda do Fazendão melar, assim como o acordo com um patrocínio máster. “Estava tudo praticamente fechado quando veio a pandemia”, explica Bellintani.
Botafogo: R$ 68 milhões
A estimativa preocupante de perda de R$ 68 milhões é de uma pessoa extremamente importante dentro da diretoria de futebol do Botafogo, clube mais endividado do país. Tal valor é causado pela falta de entrada de dinheiro com bilheteria, sócio-torcedor, cotas de TV do estadual e do Brasileiro, patrocinadores, além de premiações por avanços nos torneios.
Corinthians: R$ 70 milhões
De acordo com Andrés Sanchez, o Corinthians deixará de faturar até R$ 70 milhões se os campeonatos demorarem três meses para serem retomados. Só com patrocínios, a baixa é de R$ 3,6 milhões mensais - cinco dos 11 parceiros suspenderam os acordos. Ao menos, o clube já não contava com a bilheteria, grana que destinada ao pagamento das parcelas do financiamento do estádio.
Grêmio: R$ 84 milhões
A diretoria tricolor divulgou de forma oficial que o primeiro mês de pandemia representou a perda de R$ 28 milhões. Multiplicando por três, chega-se ao valor de R$ 84 milhões, causado pela perda de receita com sócio-torcedor, bilheteria, TV e patrocinadores.
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