Texto por Colaborador: A. Rother 05/09/2026 - 02:30

A insatisfação da torcida do Internacional ganhou ainda mais força após o novo fracasso da equipe. Grupos organizados do clube voltaram a se manifestar publicamente e direcionaram críticas à diretoria de Alessandro Barcellos, à comissão técnica de Paulo Pezzolano e também ao elenco colorado.

A Guarda Popular classificou o momento como de total desordem e resumiu o sentimento dos torcedores com uma frase direta: “ESTÁ TUDO ERRADO!”. A organizada também afirmou que a paciência chegou ao fim e cobrou mudanças na condução do clube, além de defender a saída do presidente Alessandro Barcellos.

Outro ponto destacado pela torcida foi a forma como o clube vem sendo administrado. A Guarda Popular criticou o que considera falta de planejamento, interesses políticos internos e decisões que estariam afastando o Internacional de sua identidade. “ACABOU A PACIÊNCIA”, destacou a nota, reforçando ainda que o Inter precisa voltar a ser tratado como o “CLUBE DO POVO”.

A manifestação também teve como alvo Fabinho Soldado. A torcida afirmou que “não adianta se esconder atrás do Abel Braga”, assim como “não adianta blindar vestiário” ou “não adianta proteger jogador”, cobrando maior responsabilidade dos profissionais que fazem parte do futebol colorado. Para a organizada, não há mais espaço para justificativas e o momento exige respostas dentro e fora de campo.

A Camisa 12 adotou tom semelhante e abriu sua manifestação com uma sequência de cobranças: “BASTA DE VEXAMES. BASTA DE FRACASSOS. BASTA DE MÁ ADMINISTRAÇÃO.” O grupo criticou a postura da direção e apontou um distanciamento entre o clube e seus torcedores, além de pedir a saída de dirigentes.

A organizada também questionou decisões tomadas pela comissão técnica de Paulo Pezzolano. Entre os exemplos citados estão a ausência de Alan Patrick entre os titulares no primeiro confronto e as opções por deixar Carbonero e Vitinho no banco na segunda partida. A Camisa 12 ainda fez críticas à contratação e aos números apresentados por Fabinho Soldado.

Em outro trecho, a torcida deixou claro que a cobrança também é direcionada aos jogadores. A mensagem para o elenco foi por mais esforço, comprometimento e respeito à camisa do Internacional, diante de uma sequência de resultados que aumentou a revolta nas arquibancadas.

A Super Fico seguiu a mesma linha e definiu o resultado como “mais um fiasco”. A organizada responsabilizou diretoria, jogadores e comissão técnica pelo momento vivido pelo clube e fez críticas nominais a Alessandro Barcellos e Fabinho Soldado. Segundo a nota, Barcellos estaria levando um time que havia sido vice-campeão a uma situação preocupante, enquanto Fabinho também foi cobrado a deixar o cargo.

A Super Fico também criticou o desempenho de Alan Patrick, levando em consideração o salário do jogador, além de citar Bernabei e Carbonero. A organizada afirmou que outros atletas também poderiam ser cobrados individualmente e voltou a questionar a postura da direção diante das manifestações anteriores da torcida.

Com as três principais manifestações, o recado das arquibancadas foi praticamente unificado: a torcida quer respostas, mudanças e maior comprometimento no Internacional. As cobranças atingem todos os setores do futebol e deixam claro que o ambiente no clube ficou ainda mais pressionado após o novo resultado negativo.

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