Matheus Meyohas/CBFEm entrevista ao portal Jogada10, Jorge Pagura, chefe da comissão médica da CBF, declarou que o futebol nacional precisa adotar uma cartilha mais rígida após a explosão de casos de Covid-19 provocada pela variante Ômicron, tanto a nível dos profissionais como pelos torcedores.
Em matéria assinada pelo jornalista Felipe David Rocha no início desta semana, foi revelado que a Confederação busca soluções para assegurar o retorno de modo seguro a todos os atletas e comissões técnicas em 2022. O anúncio oficial das novas medidas estaria para ser feito nas próximas semanas, mas o Jogada10 obteve informações exclusivas sobre a alteração no protocolo. A principal delas estaria na volta da exigência obrigatória da realização de testes de RT-PCR, classificado como o mais preciso, para torcedores.
Atualmente, a entidade máxima do futebol nacional exige testagens com antecedência de 72 horas para pessoas que não tiveram Covid e não desenvolveram anticorpos e para quem testou positivo no exame PCR ou que tenha anticorpos em um intervalo superior a seis meses. No fim da temporada passada, ainda sem a variante Ômicron, bastava ao torcedor comprovar que estava completamente vacinado contra a Covid para entrar nos estádios. Em 2022 a testagem também será obrigatória.
Segundo Pagura, também o coordenador do protocolo nacional da CBF, o momento é de recuar criar uma cartilha mais rigorosa em meio a um cenário ainda desconhecido, enquanto a porcentagem da presença de público nos estádios ainda será avaliada de acordo com o posicionamento de autoridades públicas.
“Estamos observando o impacto no Brasil assim como em outros países, onde torneios estão em andamento e com a presença de público. NBA e NFL são alguns exemplos. Analisamos não apenas o futebol mas como a situação se comporta em relação a esse novo quadro pandêmico, já que se trata da mesma variante. Seguramente nossos protocolos mudarão (...) A isenção de testes também mudará. Terminamos a temporada passada muito tranquilos e os números subiram para quase 50% em dezembro de testes positivos. O novo protocolo será mais exigente até porque o atual não funciona mais e a realidade agora é de uma outra variante”, explicou Pagura, que também é presidente da Comissão Nacional de Médicos de Futebol.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, até a última sexta-feira o Rio Grande do Sul já teve a identificação de 255 casos confirmados ou sugestivos Omicron em 34 municípios gaúchos ou em visitantes ao RS testados aqui.
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