Ricardo Duarte / Inter/DivulgaçãoConfira um compilado com as principais declarações do técnico Eduardo Coudet após o duelo diante do Palmeiras (1x0) de quarta-feira (17), em partida pela 2° rodada do Campeonato Brasileiro 2024:
Resultado e atuação: "Fizemos um grande jogo contra um adversário importante. Praticamente não sofremos. É muito difícil aqui contra este adversário. Não tivemos a sorte de poder liquidar o jogo. Fizemos um jogo à altura da circunstância (...) É importante ressaltar como trabalha o grupo na parte defensiva, não só os defensores. Se não trabalham todos desde o centroavante, fica difícil defender... Agora são 48 horas de paz. Temos que preparar o próximo jogo. É fora de casa. É diferente pela grama".
“Preparamos o jogo sabendo que enfrentávamos um grande rival e que uma de suas grandes virtudes, ou sua melhor virtude, a partir da análise, são as transições. Fazem muito bem. Por isso, cobrimos espaços, tentamos estar próximos. E, depois, a intenção de agredir cada vez que pegávamos a bola, porque tínhamos que ser agressivos e mostrar uma boa sensação durante todo o jogo, de que queríamos ganhar o jogo também.
"Falei que trabalhamos para brigar pelo título. O grupo está convencido, acreditamos no jeito que jogamos, a maneira de trabalhar. Às vezes o resultado não se dá, mas estamos convencidos que a forma, a ideia, pode sustentar um treinador. Os jogadores têm o mérito exclusivo e total das vitórias. O grupo merece essa vitória e muitas mais. O que temos que continuar fazendo é preparar cada jogo para ganhar, jogando em casa, jogando fora".
"Quando tem frustrações, a raiva é grande. Os torcedores estavam com raiva depois do empate na Sul-Americana. Ao ver o jogo depois, era impossível não ter vencido".
Colocar extremas: "Porque precisávamos trabalhar dois jogadores cujo a características é jogar mais em linha. São extremos, mas que trabalhamos para jogar por dentro também... Wesley trabalhava para não deixar espaço para o Veiga. As partes defensiva e ofensiva são fáceis, mas tem que começar lá no ataque".
Pressão: "A média da duração do treinador no Brasil é de 4, 5 meses. É difícil. Tem que se preparar para jogar o tempo todo e se levantar logo. Se joga um jogo atrás do outro... É difícil falar de projeto. Tem que ganhar".
Mental dos jogadores: "Quem tem dúvida sobre o grupo, some os títulos que eles tem na carreira. Eu nunca peguei um grupo tão vencedor. É um grupo forte mentalmente. É um montanha-russa. Agora já estamos no alto de novo, mas sabemos que não vamos ganhar todas”.
Juventude na Copa do Brasil: "Era muito difícil que caísse o Juventude. Eles nos conhecem. Mas eu tinha esse sentimento. Jogo duro. Ganharam do Corinthians hoje. Não se pode desmerecer o que eles vem fazendo. Conheço o sentimento dos colorados, que não aguentam mais as dificuldades.”
Sobre o gramado do Athetico no próximo jogo: "A grande dificuldade para mim do sintético é que a bola quica diferente. Também ao finalizar a perna do jogador ficar diferente nesse tipo gramado (...) São muitos jogos e às vezes flutuar em nível individual é comum. Temos um grande grupo, vamos nos preparar agora para o jogo do domingo.”
Robert Renan: “Futebol é dificil. Estamos falando de um garoto que eu não sei nem se tem 20 jogos na 1º divisão (Robert), sabemos que ele errou, mas talvez por conta de não entender a dimensão do Clube, a pressão do futebol. Cuidamos dele em alguns jogos. Nós temos que respaldar, proteger o garoto. Hoje precisamos dele, era um cenário difícil, um adversário difícil e ele nos ajudou. Robert Renan é um dos zagueiros com mais projeção no futebol brasileiro. Não vamos condenar ele. Vamos ajudar ele. Sofreu muito com sua família. Agora é retomar. Pedir apoio de quem pode. Vamos respalda-lo”.
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