Ricardo Duarte/InternacionalDuas semifinais com atuações muito abaixo do necessário resultaram em uma inesperada e vexatória queda na semifinal do Gauchão 2024. Pressionado pelo elenco bastante superior ao dos últimos anos, Eduardo Coudet tentou explicar como foi superado pelo modesto mas aguerrido time do Juventude, que taticamente foi sempre superior ao time de Chacho. Confira suas avaliações:
Partida e desclassificação: "Obviamente sou o responsável. Acho que poderíamos ter ganhado os dois jogos, mas é dar o mérito ao rival. Sino também que poderíamos tranquilamente vencer os dois jogos. Ganhamos 10 jogos seguidos, empatamos os dois jogos e ficamos fora da final. Sentimos a bronca, é uma dor não poder dar para o torcedor de ir a final. Sinto que nos apoiaram a todo momento, o ambiente estava bom (...) Um adversário estrategicamente ou taticamente pode complicar as coisas, mas os jogos duram 90 minutos. Sustentamos o ritmo e ao adversário custava. Coisas que acontecem e das quais temos que aprender.... Só tenho que pedir desculpas ao torcedor. Nós também estavámos iludidos. Só tenho que pedir desculpas ao torcedor do Internacional."
"Sinto que poderíamos ter encontrado um funcionamento de jogo melhor. Não foi uma grande partida do Inter, especialmente no 1º tempo, muito acelerado e direto... Os primeiros 30 minutos do 2º tempo foram muito bons. Estávamos bem, dominando, criando, praticamente jogando todo o tempo no campo do rival, que não tinha criado. Começamos a jogar bola da nossa forma, com paciência, circular a bola".
"Tivemos 1º tempo acelerado na hora da construção. O adversário tem méritos e encaixou bem para não deixarmos progredir o jogo... No segundo temos voltamos melhores, conseguimos o empate. Depois da expulsão as coisas ficaram mais complicadas (...) O adversário tem méritos. Evitar jogadas é mais fácil do que construir. Tínhamos encontrado a forma, eu acho. Depois, com 10, tentamos equilibrar. Saíram jogadores desgastados, como Vitão e Charles Aránguiz".
"Muito da composição do grupo, quantidade e qualidade dos jogadores que temos, hoje não podemos utilizar muitos. Enner descontado, Alario fora, não temos Borré. Não falo como desculpa. O jogo dura 90 minutos, sinto que no segundo tempo morremos em campo (...) Não é tudo ruim, mas temos que construir, tentar fazer coisas que ainda não conseguimos. Temos um grupo de grande qualidade e quantidade, mas não podiam jogar hoje, muitos deles. Estamos jogando praticamente com o mesmo grupo de 2023".
"É a hora de receber as pancadas. Sempre estou aqui para colocar a cara. Não venho para mentir. Concordo que podemos dar mais em relação a futebol. Foi um jogo muito picotado, nunca teve dinâmica nem conseguimos impor ritmo. Estou cabisbaixo, mas amanhã é outro dia e a temporada continua sendo promissora. Poderíamos ter encontrado um funcionamento melhor. Não foi uma grande partida nossa".
"Tomo as decisões. O que poderia mudar? Jogaria com dois extremas? Coloria um 9? Tiraria o Alan, que pode tirar uma bola diferente? Podemos discutir muitas coisas. Sobre as variantes, sinto que o melhor que fizemos foi jogar com a bola no 2º tempo, não ter pressa (...) Tentamos jogar como um time protagonista. E quando não ganha não existe desculpa".
"Amanhã (terça) é outro dia. Voltar a trabalhar. Temos que botar a cara. Segue sendo uma temporada promissora. Sinto que poderíamos ter encontrado um funcionamento melhor de jogo. Não falo que foi uma grande partida. Não encontramos espaço para esses jogadores e não tínhamos circulação de bola. Os primeiros 30 minutos do segundo tempo foram muito bons. Estávamos bem, dominando, criando, praticamente jogando todo o tempo no campo do rival (...) Tentamos chegar da melhor forma em cada jogo. Aqui, enquanto eu for o treinador, não tem se acomodar. Aqui tem provar sempre. Ganhou 10? Sempre falo, quando ganha e ganha, sabe que vai deixar de ganhar uma hora. Quando começa a perder, não sabe quando parará".
Penalidade de Robert Renan: "Não sabia disso da Rússia (que ele batia assim). Na lista que passamos para chutar, passamos até o 6º, que era o Bruno Gomes. Depois tinham os jogadores que restavam. Responsabilidade para um jovem de 20 anos [Robert Renan]. Não falei com ele sobre o porquê desta decisão [de cavar o pênalti]... "No final do jogo não fizemos mais trocas porque estavam em campo cobradores de pênalti".
Expulsão: "Ainda tínhamos muito tempo e devíamos, o time estava se comportando muito bem e em vantagem estratégica. Mas como disse, o rival teve mérito."
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