Texto por Colaborador: Redação 10/02/2026 - 01:00

O ex-volante Rodrigo Lindoso revelou os bastidores de sua saída do Internacional em 2022, apontando o técnico uruguaio Cacique Medina como responsável direto pela decisão. Em entrevista recente ao podcast Storicast, no YouTube, o jogador admitiu que não teve boa relação com o comandante, que também teve passagem breve pelo clube.

Segundo Lindoso, a diretoria colorada o procurou no final de 2021 para renovar seu contrato, negociação que foi concluída antes mesmo da chegada de Medina. Porém, o volante relembra que se tornou quinta opção no elenco logo no início de 2022, antes de se transferir para o Ceará.

"Tivemos aquele Gre-Nal de 2021 e praticamente rebaixamos o Grêmio. O meu contrato estava acabando. E a gente ganhando jogos. Duas semanas depois, pessoal da diretoria do Inter me chamou e me disseram que queriam que eu seguisse no ano seguinte. Para renovarem com você, as pessoas buscam as informações. Acho que fiz cerca de 130 jogos no Inter. Para ficar esse tempo todo, não tem como você ter má índole ou por eu ser bonitinho. Não, era porque eu entregava alguma coisa para o time", declarou.

O meio-campista foi direto ao falar sobre a relação com Medina: "Eu saí do Inter por causa de um treinador. O Cacique Medina, o uruguaio. Eu não quis ficar. Ele deve ter inventado o futebol, sei lá… mas o clube renovou comigo e trouxe esse treinador. O cara não gostou muito de mim. Eu era a quinta opção. Ele dizia que tinha medo de eu estragar o vestiário, porque amanhã ou depois ele poderia me deixar fora de um jogo. Mas isso eu respeitava. Nesse período surgiu a proposta do Ceará, que era boa também. Vou para um local onde me querem. Eu não ficaria com a cabeça legal no Inter."

Lindoso havia defendido o Botafogo por período considerável antes de chegar ao Inter em 2019. Não conquistou títulos com a camisa colorada e segue em atividade no futebol, atualmente defendendo o Madureira desde a temporada passada.

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