Texto por Colaborador: Redação 25/03/2026 - 14:10

O diretor executivo Fabinho Soldado comentou sobre o cenário do Inter no mercado de transferências e as dificuldades enfrentadas pelo clube, incluindo o transfer ban imposto por uma dívida com o Krasnodar. As declarações foram dadas em entrevista à ESPN e também durante participação no programa Fala A Fonte.

“A janela do Inter esse ano foi feita dentro daquilo que é a possibilidade do Inter com muito respeito àquilo que tem de orçamento. Conseguimos fazer 6 contratações, o importante é que naquele momento nós não tivemos nenhum problema em relação ao transfer ban, claro que bastante limitações em relação à parte financeira, mas é uma realidade do Inter e eu tenho sido muito claro com o nosso torcedor”, afirmou, em fala recuperada pelo site Resistência Colorada.

Mesmo com as limitações, o dirigente garantiu competitividade: “Não é por isso também que a equipe não vai deixar de ser competitiva, pelo contrário, durante todo o campeonato estadual a equipe mostrou muita consistência, variações em relação à sua forma de jogar, uma equipe sempre impressionante com a cara do nosso torcedor e a gente sabe que as oportunidades que surgir para que esse elenco possa ser qualificado nós vamos aproveitar sim”.

Sobre o transfer ban, que impede o registro de novos jogadores, Soldado demonstrou confiança em uma solução: “Sobre o transfer ban, existem pessoas que estão cuidando disso, na parte jurídica, na parte financeira, nosso presidente tem liderado esse trabalho e a gente espera sim, a hora que realmente o Inter conseguir fazer esse movimento, pode ser que aconteça alguma coisa, mas a verdade é que essa janela é uma janela prejudicada em relação às oportunidades e o Inter não vai fazer nenhuma contratação sem convicção”.

Durante participação, o dirigente também detalhou sua atuação interna no clube: “Não existe fórmula. A forma que eu entendo é que sou um profissional que preciso olhar em todas as áreas. Me preocupo com gramado, máquina nova, manutenção e também com parte técnica, falando com treinador, contratação. A forma que administro é olhar por todas as áreas, precisamos ouvir e sentir as dores do departamento, ser próximo para que as coisas sejam resolvidas. Isso se estende para os atletas”.

Ele ainda destacou o cuidado com o ambiente do elenco: “Há centenas de profissionais que precisam da atenção. Para que o futebol aconteça, a parte do desempenho, saúde, alimentação, todos trabalham para o melhor. A blindagem vem do dia a dia. Às vezes temos de chamar os atletas e falar a verdade, que pode ser difícil. Chamo os capitães, passo o que está acontecendo. Uma conversa olho no olho gera confiança e conseguimos manter o ambiente saudável”.

Por fim, ressaltou o trabalho conjunto na gestão do grupo: “Não é só trabalho meu. Tem o Abel, Pezzolano também tem olhar e trabalha com estrutura. Problemas são inerentes ao futebol. A maioria tem dificuldades financeiras, precisamos entender e não deixar que isso limite. O Internacional é um clube enorme, de grandes conquistas. Há oportunidade para trabalhar e ter um ano equilibrado”.





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