Texto por Colaborador: A. Rother 28/08/2026 - 14:53

Segundo informações do GZH, o Inter elaborou um “plano de ação” para tentar quitar as dívidas com os jogadores, que já ultrapassam R$ 10 milhões. Os atrasos envolvem duas folhas de direito de imagem e parte do 13º salário de 2025, situação que levou o elenco a se recusar a entrar em concentração antes do último Gre-Nal.

Após o empate em 0 a 0 no Beira-Rio, dirigentes e executivos de diferentes áreas do clube passaram a buscar soluções rápidas. O transfer ban imposto nesta semana foi deixado de lado, e novas punições são esperadas nos próximos dias.

Entre as medidas previstas estão a busca por patrocínios pontuais, como o acordo fechado com uma marca de pneus para ocupar o patrocínio máster da camisa por quatro jogos, rendendo cerca de R$ 1 milhão. Também se avalia a possibilidade de empréstimos bancários, embora haja receio de aumentar o endividamento para a futura gestão que assumirá em janeiro. Outra alternativa seria a antecipação de cotas de patrocínios previstos para 2027, mas há resistência dentro do Conselho de Gestão de Alessandro Barcellos, já que isso comprometeria os próximos dirigentes.

O clube também comunicou aos empresários que está disposto a negociar jogadores, desde que as propostas estejam dentro do valor de mercado. O atacante Carbonero é o mais próximo de ser vendido, com interesse do Krasnodar, da Rússia. Jovens da categoria sub-20 também podem ter saída facilitada, já que não afetariam de imediato o elenco de Paulo Pezzolano no Brasileirão e na Copa do Brasil.

Apesar da decisão de não se concentrar antes do clássico, os atletas prometeram empenho em campo, e a avaliação interna é de que não faltou dedicação durante o Gre-Nal.

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