Confira um compliado com as principais declarações da entrevista coletiva do técnico colorado Roger Machado após o confronto contra o Brasil:
Vitória e atuação: "A gente ainda está num processo de um mês de início dos trabalhos e com o campeonato muito curto também foi importante prestar atenção no volume dos atletas com mais minutagem. Não foi preservação, foi com a intenção de levar a campo uma equipe mais fresca e que pudesse entregar mais intensidade (...) Hoje, jogamos contra um adversário fechado, mas que tentou atacar e, ao fazer isso, automaticamente, abriu mais espaço para nós."
"A gente colocou no campo aqueles que estavam nas melhores condições físicas dentro do nosso controle de cargas e minutagem dos atletas que pudessem imprimir um ritmo importante pra gente vencer... O meu treino com esse time foi 15 minutos ontem, que foi o que o Paixão liberou (...) Eu escalo fazendo a gestão do grupo. Wanderson está nos ajudando, mas está fora da função habitual dele. A ideia de colocá-lo na esquerda hoje também foi de buscar uma oportunidade de brigar na sua posição”.
“Carbonero pode jogar por dentro. Ele tem uma virada rápida de jogo. Vitinho está jogando com mais naturalidade. Hoje queria ver jogadores atuando em funções diferentes”.
“Ronaldo é um jogador de construção. Dita muito bem o ritmo do jogo. Ele foi meu jogador no Bahia. Ele tinha muita pressão na bola, hoje controla mais os espaços. Está aprendendo a se mover como 5”.
Quinteros no Grêmio: “Eu sei muito a respeito do treinador do Grêmio e, não é surpresa, que ele tem muito conhecimento de como a minha equipe joga. Neste embate, vamos decidir quem tem mais contundência, quem tem mais volume, quem vai estar melhor mentalmente (...) "Quintero é um profissional de boa solidez defensiva, mas que não abre mão do ataque. Mas, o material humano faz mudar algumas características e com mais tempo vamos conhecendo melhor."
Recepção na Arena: “O que me preocupa é trabalhar estes dias que antecedem pensando no coletivo e não na atmosfera que eu devo encontrar na Arena... O processo de pressão faz parte do jogo e cabe ao profissional administrar. Não é uma semana igual às outras. A ansiedade é diferente. Mas, sinceramente, o meu foco não vai estar na recepção que eu terei na Arena”.
Criticas pela atuação nos jogos anteriores: “A tranquilidade do torcedor também nos tranquiliza. Isso evita qualquer chance de questões externas invadirem o interno, apesar de ser muito bem administrada por nós”.
VAR: “As equipes do interior também não estão acostumadas com o VAR. Todos nós estamos nos adaptando. As queixas são de vários lados. A tecnologia está a nosso favor. O VAR veio para ajudar o futebol. O controle é do árbitro... Não quero tirar o foco do campo... Nosso foco é o jogo, o jogo e o jogo.”
Situação de Tabata: "O Bruno Tabata vem se recuperando e já tem feito trabalhos importantes, mas isso é o tipo de mistério do clássico que vai ficar só pro sábado."